História
“A Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo” nasceu espiritualmente no dia 28 de março de 1994, na sede do Ministério da Palavra da Fé e residência dos Pastores Valnice Milhomens, José Júnior e Ielane Mendonça, em São José dos Campos, Estado de São Paulo, à mesa do Senhor, logo após o batismo de dois seminaristas católicos, convertidos pelo programa de televisão, “A Palavra da Fé”, sob um comando do Espírito de Deus, dado à Pra. Valnice, com a promessa: “O Espírito vos guiará a toda verdade”. No dia 20 de junho do mesmo ano, reuniram-se as congregações “Palavra da Fé” para se constituírem oficialmente em “Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo”, com uma vocação definida: “Sai de Roma, e volta para Jerusalém!”
O que isto significa?
- Batalha Pela Posse do Corpo
No momento em que um dos dois jovens, Orlando, que havia feito votos para ser padre, se reunia com os pastores, compartilhou o fato de sentir naquela hora o peso da medalha da chamada “Senhora das Graças”,como acontecera por ocasião do voto. Quando impus mãos sobre ele para, em nome de Jesus, declarar nulo todo voto passado, ele caiu por terra e teve um “arrebatamento”. Via seu corpo no chão, enquanto ele subia para um lugar de muita luz, escoltado por um ser angelical. Via que sobre ele era derramado óleo fervente, enquanto a medalha crescia sobre o peito. Então ouviu: “Trava-se uma batalha pela posse do corpo, entre a medalha e o óleo”.
- Jerusalém, Roma, Jerusalém
Semanas depois os funcionários do Ministério da Palavra da Fé e seus pastores em São José dos Campos estavam orando, como de costume, na cave de oração, no culto das 6:00 às 8:00h. Estávamos orando todos os dias pela redenção toda casa de Israel. Naquela manhã, o espírito de súplica, no momento em que se começou a orar por este assunto, veio com grande intensidade. Foi um período longo, de grande clamor, com muitas lágrimas. Finda a oração, tomei a palavra e comecei a falar sobre o quanto essa questão é sensível para Deus. Enquanto comentava o fato, o Espírito do Senhor se apoderou de mim e passei a falar de coisas que jamais haviam sido objeto de estudo ou reflexão. Era uma visão do paralelo que existe entre a ligação do povo judeu com Jerusalém e as raízes espirituais da Igreja Cristã com a de Jerusalém.
Em a síntese, assim como os judeus foram, através dos séculos, se apartando de Jerusalém para as nações gentílicas, sendo a esmagadora maioria assimilada pelas suas culturas, a Igreja foi-se apartando de suas raízes espirituais e se transferindo de Jerusalém para Roma, observando seus valores e culturas influenciados pelo paganismo. Jerusalém representa o lugar onde a Palavra de Deus é integralmente obedecida, sem se questionar, e o Espírito Santo é Senhor absoluto na igreja. O Cristo vivo, no poder da ressurreição, está presente, operando maravilhas. O lugar onde todos os discípulos são ministros do Evangelho.
Roma é o lugar da lógica, da razão, onde a filosofia vai construindo uma estrutura de raciocínio que leva ao questionamento da palavra de Deus e, conseqüentemente, à sua interpretação distorcida e à sua desobediência. É o lugar em que a mente toma o lugar do Espírito e o ritualismo religioso o lugar do poder vibrante da presença viva do cabeça da igreja. O lugar onde os discípulos são divididos em classes: clero e leigo.
A Igreja foi lentamente se apartando de todos os valores e heranças hebraicas, no meio das quais ela nasceu, para adotar valores e heranças de uma cultura que terminou fazendo da Igreja de Cristo algo irreconhecível a qualquer discípulo da Igreja em Jerusalém.
À medida que falava, pelo Espírito de Deus, comecei a chorar convulsivamente, comovida e chocada com o quadro tão real que se desenrola diante dos nossos olhos. E as palavras que saiam da minha boca. Contorcia-me em meu espírito, diante daquele entendimento, dessa partida trágica, que lega à nossa geração um desafio de retorno, maior do que nós mesmos.
Após o paralelo da partida, começou, a vir o do retorno. À medida que o remanescente de Israel volta seu rosto para Jerusalém, crendo ser possível restaurar seu Estado independente, em cumprimento a muitas profecias milenares, levantam-se na Igreja, aqueles servos de Deus que olham para o livro de Atos dos Apóstolos e crêem ser possível retornar ao espírito da igreja em Jerusalém.
Desde o primeiro Congresso Sionista, realizado em 1987, na Basiléia, Suíça, presidido por Theodor Hertzel, podemos traçar um impressionante paralelo entre Israel e a Igreja, lado a lado, no retorno às suas origens. Enquanto o povo judeu vai dando passos em direção ao cumprimento de todas as profecias relacionadas com sua restauração física, a igreja vai experimentando moveres do Espírito que a aproxima cada vez mais do modelo da Igreja em Jerusalém.
- É um Retorno Espiritual
Ouvia-me passando por diversos eventos históricos, relativos à vida moderna de Israel e a da igreja no mundo. Ali o desafio se colocou claro, inconfundível e até amedrontador diante dos meus olhos: “Sai de Roma, e volta para Jerusalém!” Gritei: “Meu Deus, por que nos dás tanta luz?! Fazer isto seria declarar a terceira guerra mundial. Terei eu coragem?!” Pedi que todos se retirassem, e continuei a agonizar diante de Deus. Somente Pra. Ielane permaneceu. Diante do meu pranto e assombro, ela passou a orar por mim. Em sua oração, que teve um tom profético, clamou pelo “retorno, à casa do Senhor, dos utensílios que foram furtados”.
Pelos próximos três dias, o impacto daquela revelação, que trazia consigo um desafio e um chamado, me conservava perplexa. Quanto custaria falar dessas coisas? Quanto custaria o caminho de volta para Jerusalém? Como seria? Como era a Igreja em Jerusalém? O que significava espírito de Roma? Quanto de Roma eu teria em mim? Estaria eu disposta a pagar o preço?
Aqueles eram dias de muita oração e jejuns. Clamávamos dia e noite pela redenção do Brasil, de acordo com uma estratégia que o Espírito do Senhor nos havia dado, e que se encontra em nosso livro “O Jejum e a Redenção do Brasil”.
Em meio a toda essa atmosfera, o Senhor confortou meu coração. Ao longo de minha vida com Ele, jamais lhe disse “não”, diante de um plano revelado, mesmo quando isso significa estraçalhar-me por dentro. Não demorou e Ele encheu o meu ser de força e coragem para abraçar o desafio, embora com temor e tremor. Não sei quanto durará a caminhada, nem quanto custará, mas sei que Ele vai à frente mostrando-nos, pacientemente, por causa das nossas próprias limitações, cada passo a seguir.
- Vocação da Igreja
Naquele ano, em nossa habitual ascensão a Jerusalém, por ocasião da Festa dos Tabernáculos, passei por Portugal.
Na véspera da viagem a Roma, o caminho de Israel, compartilhava a experiência do nascimento da Igreja com um irmão brasileiro. Contando a visão da medalha e do azeite, o Espírito do Senhor me falou: “Aquela experiência foi sinal para ti. O corpo significava a igreja de Cristo. A medalha simboliza o espírito de Roma e o óleo fervente a Igreja em Jerusalém. Tem-se travado uma batalha pela posse do Corpo (a Igreja) entre Roma e Jerusalém. Esta igreja (INSEJEC) nasce com uma vocação: sair de Roma e voltar para Jerusalém”.
- Necessidade de Romper Velhas Estruturas
No dia seguinte, em Roma, não consegui dormir. Passei a noite em vigília. Ali o Senhor falou comigo, iluminando o meu entendimento sobre o que Ele estava querendo dizer. Naturalmente Jerusalém e Roma, cidades físicas, são apenas símbolos, pelo que foram no passado. Estamos falando de coisas espirituais.
Desenvolver uma igreja no Espírito da Igreja de Jerusalém, só pelo Espírito de Deus. É assim que temos orado muito, jejuado, clamado, esperado, estudado os moveres de Deus, em busca do modelo estrutural da Igreja. Não ousamos ir adiante do Senhor.
Em dezembro de 1996, Espírito do Senhor falou-me claramente, numa certa noite: “É preciso romper as velhas estruturas para conter o novo mover. Vocês numa visão na mente. Na prática cada um está sendo e fazendo igreja de acordo com suas velhas estruturas”. Tomamos essa palavra e a levamos ao nosso Presbitério. Por uma semana estivemos juntos, orando e estudando os moveres de Deus através da história. Ficamos absolutamente convencidos de que a igreja em células, ou nas casas, sem deixar as grandes celebrações de todo o corpo no templo, era o caminha de volta, no que concerne à estrutura. Começamos, então, a estudar sobre o assunto.
Passamos um ano trabalhando em nós mesmos, pedindo a Deus que nos libertasse das velhas estruturas e nos desse uma nova visão e habilidade para preparar os novos odres (estruturas) condizentes com o novo velho mover do Espírito de Deus.
- A Busca do Modelo Estrutural
Em outubro de 1997, encerrando a estudo das matérias de Teologia, no Centro de treinamento Bíblico, declarei aos pastores: “Vou parar aqui para ter tempo de pagar o que Ihes devo. Nossa última matéria, Eclesiologia, só vou ministrar quando tiver algo escrito. Vou buscar a Deus para saber qual é a nossa estrutura”. Desde então nos devotamos a receber de Deus Sua visão específicapara nós, como Igreja.
- Em Seminários de Igreja em Células
Nesse ínterim, participei de um Seminário com Lawrence Khong, pastor da Igreja Batista Comunidade da Fé, em Singapura, sobre a Igreja em células, realizado em Londrina. Já o tinha ouvido em Pretória, na reunião da AD 2000, falando sobre um extraordinário programa de Missões que a Igreja tem entre povos não alcançados. Fui a outro seminário com ele, desta vez em Cingapura, onde lidera uma florescente Igreja em Células de mais de 10000 membros. Traduzimos todo o seu material. Fizera antes um curso na Coréia, promovido pelo Dr. David Yonggi Cho. Passei ainda por três módulos do Ano de Transição para a Igreja em Células, promovido pelo Dr. Ralph Neighbour, Jr. Todos os nossos pastores passaram por grande parte do material, em vídeo. Oramos muito para que Deus nos guiasse.
- Jornada de Oração pela Transição
Finalmente o Senhor nos deu a direção para convocarmos todas as igrejas para o jejum de 21 dias, a favor da transição para uma igreja em células. Aqueles vinte e um dias precediam nosso quarto aniversário. Deveríamos orar por valores bíblicos selecionados na leitura do Evangelho de Marcos, Atos dos Apóstolos e Efésios, um para cada dia.
Em todos os anos de ministério no Brasil, todos as nossas convocações de jejuns prolongados foram a favor da nação e da salvação dos povos. Era a primeira vez que Deus nos levava a orar por nós mesmos, como Igreja. Nesse período Ele deu-nos o esboço da visão e nos falou claramente sobre irmos a Bogotá ver o modelo da Missão Carismática Internacional
- Visão de Bogotá
O que vi em Bogotá, que já conta com mais de 25000 células, marcou minha vida. Já vinha sofrendo uma revolução eclesiológica, por oito meses. Ali as convicções se cristalizaram. Vi, em estrutura, o que o Senhor mostrara no período do jejum de vinte e um dias, e o que temos ensinado sobre a Igreja em Jerusalém.
Duas coisas em Bogotá são distintas, em relação aos demais modelos de igreja em células que estudamos: o governo dos doze e os encontros de três dias para arrependimento, perdão, libertação, cura interior, batismo no Espírito Santo, batismo nas águas e a visão.
Em julho de 1998, no encontro de uma semana com o Presbitério, passamos a visão geral que Deus nos deu, resultante de toda a busca, pesquisa, estudo, jejum e oração. Antes de fazê-lo, fizemos nosso próprio encontro de três dias, em jejum total, para arrependimento pessoal, cura e libertação. Houve uma testificação no coração dos pastores e líderes. Ali o Senhor me pediu para devotar cem dias jejuando pelas manhãs e dedicando-as exclusivamente à oração e trabalhando na visão, em todos os seus detalhes. Naquele período foi estabelecido um programa para o ano de transição e escrito parte do material para o início do novo modelo. Além disso o material tem sido escrito, enquanto vamos treinando os líderes e colocando toda a Igreja em células.
Tendo a convicção de que o modelo de Bogotá era a base para o modelo que Deus tem para nós, temos retornado às convenções na Colômbia para beber da fonte. Cremos que Deus deu ao Pr. César Castellanos o Modelo dos Doze que há de revolucionar a igreja do próximo milênio, pelo que o abraçamos inteiramente, colocando-nos sob sua cobertura espiritual dentro dessa visão revolucionária, fundada na Palavra de Deus. Tendo sido ungida como um de seus doze internacionais, estamos, como igreja, comprometidos em viver esta visão.
O manual que você tem em mãos é fruto de toda essa experiência. Traça o que Deus nos deu através dos anos, e nos introduz na visão de Bogotá. Nossa oração é que você também seja atingido pela convicção absoluta de que o avivamento celular é o grande desafio da Igreja para o Século XXI”
Visão
Visão Geral
A Redenção do Brasil e dos Povos não Alcançados.
Visão Estratégica
Evangelismo através das Células Multiplicadoras e discipulado através de grupos de líderes.
Visão Discipulado
Cada Discípulo um Líder e em Cada Casa uma Célula
A Visão
Reconhecendo a transcendência da igreja de Cristo, que é formada pelos que nele são gerados como uma nova criação e filhos de Deus, a INSEJEC abraça duas ênfases gêmeas como sua razão para existir como igreja local: Formar o caráter dos discípulos para expressarem a imagem de Cristo (Romanos 8:29; 2 Coríntios 3:18) e equipá-los para cumprirem a Grande Comissão (Mateus 28:19-20), envolvendo-os no ministério de fazer discípulos de Cristo como um modo de viver.
Uma Garantia
Jesus manifestou uma inabalável convicção, ao dizer: “E este Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, para testemunho a todas as nações, e então virá o fim” (Mt. 24:14). Ele garante que o plano de redenção para o qual viera ao mundo será plenamente consumado.
Uma Estratégia
Para que a pregação do evangelho atinja toda a Terra, Jesus estabaleceu uma estratégia de ação, confiando-a aos Seus discípulos: “Fazei discípulos de todas as nações…batizando-os…ensinando-os a guardar tudo o que vos tenho ordenado…” (Mt. 28:19).
Uma Promessas
Pouco antes de ser assunto ao Céu, o Mestre prometeu a capacitação para que a estratégia pudesse ser seguida: “Recebereis poder; ao descer sobre vós o Espírito Santo e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária e até os confins da terra” (At. 1:8).
Uma Visão
Diante de todo esse programa que visa levar os homens de volta para o Pai, Ele revela, através de João, a visão que dEle jamais se aparta, descritas nestas palavras: “Depois destas coisas olhei, e eis uma grande muldião, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, que estavam em pé diante do trono e em presença do Cordeiro, trajando compridas vestes brancas, e com palmas nas mãos; e clamavam com grande voz: Salvação ao nosso Deus, que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro” (Ap. 7:9,10 – Ler todo o capítulo).
Concluímos que Deus tem uma visão e dela não se aparta: Uma multidão de redimidos representantes de todas as nações da terra. Certamente Ele sabe que se levantará na terra uma geração da igreja de Cristo que captará a visão do seu coração, dará ouvidos aos mandamentos de Jesus e abraçará Sua estratégia, fazendo da grande comissão a missão de sua vida. Essa geração será Seu canal para materialização da Sua visão.
Nosso grande desafio hoje é ser essa geração. Gosto de dizer: “Pai no que depende de mim será a minha oração.” As refeições gosto de orar: “…e que em nossa geração seja cumprida a Grande Comissão e possamos ver o avivamento profetizado em Joel 2:28-32.” Temos que nos assegurar que em nossa geração Mateus 24:14 será uma realidade.
O mundo começa onde nos encontramos. Nossa responsabilidadetambém. Ali esta a nossa Jerusalém. O Brasil, ou sua nação, é nosso primeiro território, sem perder de vista os confins da terra. Temos resposabilidade de alcançar a nossa geração. Ela passará conosco. Se não for evangelizada por nós, estará irremediavelmente perdida.
- Missão
Reconhecendo que Cristo estabeleceu os Dons Ministeriais da Igreja (Efésios 4:11-16) para possibilitar o cumprimento da missa de alcançar o perdido e levá-lo a um processo de discipulado, até que alcance a maturidade espiritual, evidenciada no caráter e no serviço cristão; compelidos pela Grande Comissão, e confiando na habilidade do Espírito Santo, estabelecemos, pelo poder do Espírito Santo, em nome de Jesus:
- Evangelizar todas as classes de descrentes;
- Libertar os oprimidos do diabo;
- Curar as enfermidas físicas, emocionais e espirituais;
- Integrar os convertidos na vida da igreja;
- Ensinar todo o conselho de DEUS;
- Treinar os discípulos para exercerem a obra do ministério; e
- Enviar os discípulos a reproduzir a missão.
- Para tanto, desenvolveremos uma estrutura de igreja local a partir de quatro grandes pilares:
- Evangelização, através dos Grupos Celulares, das Celebrações da Igreja e Eventos de Colheita.
- Consolidação, através de um plano criterioso de cuidado ao novo crente, usando o Consolidador, a Célula e os Encontros.
- Treinamento, através da Escola de Líderes e dos Seminários de Fim de Semana.
- Envio, através da Liderança de Célula e Discipulado de Doze
Leiam o texto abaixo escrito pelo Pastor da Igreja Batista da Liberdade. Vamos entrar nessa guerra!!
Pr. Eli Fernandes de Oliveira
Estive, dias atrás, na Turquia, acompanhado do Pr Walmir Vargas, Ministro de Educação Cristã da LIBER. Em Istambul, unimo-nos a uma caravana de 45 membros da Igreja Palavra Viva, liderada por seu pastor e meu querido amigo, Lamartine Posella, conhecido líder evangélico no Brasil. Visitamos as cidades das sete igrejas do Apocalipse, depois do que voltamos para o Brasil em vôo da Turkiesh Airlines, Istambul/São Paulo, com escala em Dakar, capital do Senegal. Assentou-me ao meu lado um jovem universitário senegalês, muçulmano, El Hadí, com 26 anos, muito educado.
Orei ao Senhor e, percebendo que ele falava também inglês, abordei-o acerca de Jesus. El Hadí ouviu-me atentamente, também formulou algumas perguntas interessantes, e até aceitou orar comigo, erguendo suas mãos como eu, repetindo as palavras à medida em que eu orava. Pedi que Jesus Cristo entrasse no seu coração e o ajudasse em sua compreensão espiritual.
Qual não foi minha surpresa quando um homem barbudo, de sorriso estranho, maldoso, com veste e turbante brancos, veio à nossa poltrona, dizendo que ouvira nossa conversa. Dirigindo-se ao jovem senegalês, perguntou-lhe:
“Por que você, muçulmano, está ouvindo as palavras desse cristão que o quer converter? Você é quem deveria lhe falar de Maomé”.
Aquele lugar foi tomado de uma forte opressão. A cada palavra que eu ministrava sobre Jesus, o único Senhor e Salvador, aquele homem desprezava-O, ressaltando o nome de Maomé, sempre em tom arrogante e agressivo.
Quando lhe perguntei se desceria no Senegal, disse-me que estava indo para São Paulo. Mostrou-me umas anotações, nas quais estava escrito: Santo Amaro, de 9 a 11. Ainda falou-me o que aconteceria no bairro de Santo Amaro: um encontro de líderes muçulmanos de todo o mundo, para planejar a conversão da América do Sul para o islamismo.
“O Brasil será de Maomé em breve, a Europa também logo será muçulmana”. “O cristianismo está para se acabar e o mundo será islâmico”. E repetiu: “Maomé é o Profeta de Deus! Noé, Abraão, Moisés e Jesus foram profetas, mas Maomé é o maior, o último e o mais importante”.
Enquanto o enfrentava, os evangélicos no avião davam-me cobertura espiritual, percebendo a luta e orando com fervor. Deus concedeu-me, por seu poder, a firmeza e a autoridade espiritual para encarar aquele agente de satanás. Após reafirmar-lhe que, um dia, diante de Jesus. “todo joelho se dobrará e toda lingua confessará que Jesus é o Senhor, para a Glória de Deus Pai” e de assegurar que Jesus “é o único caminho, verdade e vida, e que ninguém vai ao Pai, senão por Ele”, encerrei aquela tensa conversa, ordenando-lhe que se afastasse. Aquele homem bateu em retirada diante da autoridade com que Deus me investira para o enfrentamento firme, e por minha inabalável convicção acerca de Jesus.
Assentado com meu amigo e colega Lamartine, e em espírito de oração, resolvemos que, ao chegar a São Paulo, quando fôssemos retirar nossas bagagens, abordaríamos aquele líder muçulmano, declarando-lhe que o Brasil é de Jesus Cristo! E que Deus fecharia as portas para a ação evangelizadora muçulmana em nosso país.
Ontem, dia 06, tive a oportunidade de pregar na PIB de São Paulo, pela manhã, na reunião dos pastores das igrejas batistas do centro, na qual também estavam presentes 4 obreiros da Missão junto aos árabes. Ali tomei conhecimento da magnitude do Congresso Islâmico e da presença maciça de líderes de vários países do mundo, nos dias 9 a 12 de outubro. O quadro ficou completo: Entendi que Deus nos permitiu o enfrentamento do líder muçulmano, fanático, naquele vôo, a fim de que nós cristãos obtivéssemos dele mesmo as informações privilegiadas da mega operação que vai acontecer em Santo Amaro, um verdadeiro circo armado para discutir estratégias e liberar muito petrodólar, de forma a, segundo ele, converter o Brasil e o mundo à fé islâmica. Não fosse assim, dificilmente saberíamos de tudo, com tanta antecipação.
Mas, agora, o que fazer? O que Deus quer de nós? Sei que podemos subestimar o poder do inimigo usando chavões inconsequentes, corriqueiros! Volto às circunstâncias em que se deu aquele episódio: A ira do kuaitiano ao me ouvir evangelizando um muçulmano senegalês durante o vôo de regresso ao Brasil. A Bíblia dá-nos conta de que os crentes daquelas sete igrejas se descuidaram, um dia, do padrão do Senhor, não deram ouvido às advertências a elas dirigidas pelo Cristo ressurreto, e foram derrotados, banidas totalmente! E hoje, 99% dos moradores daquele país, a Turquia, são muçulmanos! Deu para entender? Lá fomos derrotados mesmo!
À vista destes acontecimentos, quero conclamá-los a que nos unamos, neste momento, em fervorosas orações. Apelo-lhes a que reconheçam as razões pelas quais o cristianismo foi derrotado nas 7 igrejas. Arrependamo-nos e voltemos a uma vida de santidade e de compromisso única e absolutamente com Jesus, com as Escrituras e com Sua Igreja, para que a derrota não se repita mais! O recado do Apocalipse continua sendo o mesmo para nós, hoje: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”!
Fomos derrotados quando perdemos o primeiro amor (Ap 2.4); quando não fomos fieis até a morte (Ap 2.10); quando permitimos heresias em nosso meio (Ap 2.14,15); quando deixamos de ser como Jesus (Ap.2.20); quando matamos nossa vida espiritual (Ap. 3.1); quando não retivemos as bênçãos recebidas (Ap. 3.11); quando nos permitimos permanecer sob o jugo de dois senhores (Ap.3.15,16).
O muçulmano El Hadí desceu em Dakar, deixando-me seus telefones, e-mail, facebook e orkut, pedindo que eu não me esquecesse dele, e convidou-me a ir ao Senegal, hospedando-me em sua casa.
O fanático e agressivo Kuaitiano está agora aqui em São Paulo, ultimando os preparativos para a sua ofensiva islâmica, com outras centenas de lideres do mundo, para converter o Brasil e a América do Sul a Maomé.
Lá, na Turquia, terra do apóstolo Paulo e onde foi pastor, em Éfeso por cerca de dois anos e meio, onde João também exerceu profícuo pastorado – é repetido constantemente pelos guias turísticos que quando João chegou em Filadélfia a cidade inteira se converteu – , onde também Policarpo foi pastor na Igreja de Esmirna. Sim, lá na Turquia eles mataram nossos profetas, nossos homens de Deus e nos expulsaram violentamente daquele País. Após a conquista de Constantinopla, o País inteiro se “converteu” à força ao Islamismo, e os cristãos se retiraram cabisbaixos, derrotados.
Será que vamos permitir que esse desastre novamente venha se repetir, e agora em nossa amada terra e continente? Muçulmanos? Em nome de Jesus outra vez NÃO! Para que sejamos vitoriosos contra esta investida de Satanás devemos pagar o preço, conforme está dito em II Crônicas 7.14:
“SE MEU POVO QUE SE CHAMA PELO MEU NOME ORAR, BUSCAR A MINHA FACE E SE CONVERTER DE SEUS MAUS CAMINHOS, ENTÃO EU OUVIREI DOS CÉUS, PERDOAREI OS SEUS PECADOS E SARAREI A SUA TERRA!”
Coloquemo-nos, pois, de joelhos, jejuemos, oremos a nosso Deus e Ele nos ouvirá, certamente, e o Brasil será de Jesus, até sua volta! Esse é tempo de oração, de batalha espiritual! Estejamos em oração de 9 a 12 de Outubro. Ore e divulgue essa matéria a todos os seus amigos e àqueles que fazem parte de seus grupos de e-mails. Resistamos em oração! para a glória de Deus
Sou discipulo membro da Insejec em Campina Grande, tenho células de casais e sou estudante da disciplina DECRETOS, amei visitá-los!
Paz e graça,quero apenas dizer q Deus è maravilhoso e que tem feito grandes coisas!dizer tb q faço parte da INSEJEC recèm aberta em Maputo-Moçambique,pela pessoa d Jesus atravês do seu servoS P.r Semente e Matavel!espero ver os amados em breve.